.
.
.
"Eu fui à floresta porque queria viver livre.
Eu queria viver profundametne
e sugar a própria essência da vida,
expulsar de mim tudo o que não fosse vida,
e não descobrir, ao morrer, que não havia vivido."
.
. (Henry Thoreau) .
Eu queria viver profundametne
e sugar a própria essência da vida,
expulsar de mim tudo o que não fosse vida,
e não descobrir, ao morrer, que não havia vivido."
.
. (Henry Thoreau) .
.
.
.

"Ainda vou achar esta trilha...
ResponderExcluirQuando achar, me avise, porque eu to achando que é pra esse lado que eu vou.
ResponderExcluirRebato teu post com Bandeira:
ResponderExcluir"GESSO
Esta minha estatuazinha de gesso, quando nova
- O gesso muito branco, as minhas linhas muito puras -
Mal sugeria imagem da vida
(Embora a figura chorasse).
Há muitos anos tenho-a comigo.
O tempo envelheceu-a, carcomeu-a, manchou-a de
[pátina amarelo-suja.
Os meus olhos, de tanto a olharem,
Impregnaram-na de minha humanidade irônica de tísico.
Um dia mão estúpida
Inadvertidamente a derrubou e partiu.
Então ajoalhei com raiva, recolhi aqueles tristes fragmentos,
[recompus a figurinha que chorava.
E o tempo sobre as feridas escureceu ainda mais o sujo
[mordente da pátina...
Hoje este gessozinho comercial
É tocante e vive, e me fez agora refletir
Que só é verdadeiramente vivo o que já sofreu."
Na minha cabeça, pude estabelecer qualquer relação entre aqueles e estes versos... Mas talvez tenha sido só na minha cabeça.
Cada um com suas encruzilhadas da vida.
ResponderExcluirAmei o poema do Bandeira.
"... só é verdadeiramente vivo o que já sofreu" me leva diretamente para o Rilke, que também amo.
Dããã... me sinto uma retardada por nem sequer ter tentado (de todas as maneiras) decifrar aquele post do "só vê quem quer"... Hauahuah...
ResponderExcluirOh, God, que vergonha! E era tão simples!