Caríssimos,
Tanto tempo fora... razões tantas.
No meu retorno ao querido Lambirinte-me, quero compartilhar neste primeiro post de 2010 uma música que tenho ouvido e que transmite um impulsionamento positivo e reflexivo. A música remete, inclusive, a meus próprios pensamentos sobre o que penso [hoje] da vida, da caminhada, do que realmente tem valor, do olhar simples sobre as coisas e sobre o que sinto em relação a mim mesma, à esperança e ao futuro.
Tanto tempo fora... razões tantas.
No meu retorno ao querido Lambirinte-me, quero compartilhar neste primeiro post de 2010 uma música que tenho ouvido e que transmite um impulsionamento positivo e reflexivo. A música remete, inclusive, a meus próprios pensamentos sobre o que penso [hoje] da vida, da caminhada, do que realmente tem valor, do olhar simples sobre as coisas e sobre o que sinto em relação a mim mesma, à esperança e ao futuro.
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Procurei um vídeo com imagens do próprio Almir Sater cantando, mas não encontrei nenhum com qualidade. Então deixo este. É o melhor. O toque do violão é sempre tão belo nas mãos dele!
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Espero que gostem.
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Grande abraço e até breve (agora é breve mesmo!).
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Grande abraço e até breve (agora é breve mesmo!).
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Alguém que diz ter apenas a pretensão de se autoexpressar deve saber quão difícil é escrever. Por falta de tempo, quase não comento nada, mas agora estou de férias e posso te escrever com o merecimento devido a teu blog, que gosto e acompanho. Gosto da sinceridade autoral que te faz escrever solto, assim. Eis uns dos motivos de vir até aqui. Tua autoexpressão tem a força daqueles que escrevem com o coração com as sutilezas daqueles que só podem escrever porque sabem que escrever não é fácil. Sem falar dos teus poemas, pequenos, delicados e exatos. Em síntese e concisão são igualmente admiráveis tuas crônicas, escritas na simbiose entre subjetividade e nostalgia que às vezes nos põe a olhar para o cotidiano. Enfim, ler o teu blog, Edna, tranquiliza os ânimos. É meditação. Beijo.
ResponderExcluirBira,
ResponderExcluirQue lindas suas palavras! Agradeço muito e também me sinto muito lisonjeada, porque sei que tipo de leitor e escritor você é, assim como conheço sua sensibilidade e bom gosto.
Seja sempre bem-vindo.
Beijo!
Depois do comentário acima, só me resta concordar!
ResponderExcluir=)
Eu por mim só tenho a dizer...estava com saudades.
ResponderExcluirEu também estava com saudades! Do blog e de você aqui.
ResponderExcluirBeijo
Oi, passei várias vezes aqui e só dava com aquelas moças da Uniban, legal te ver de volta. A canção, pra frente e escalando lágrimas (chorei demais, diz no inicinho), para além da vicissitudes cotidianas, me faz pensar na Castro fotografada e comentada por ti. Pelo visto, as férias renderam!
ResponderExcluirBeijo grande
Se der, ouça esse meu amigo aqui, dedilhando um violão:
http://palcoprincipal.sapo.pt/felipezevedo/musica/percussive/cantiga_inusitada
Quero que vc saiba sempre que eu gosto muito de você!!!
ResponderExcluirJean, querido,
ResponderExcluirObrigada! E você sabe que é recíproco.
Sidnei,
ResponderExcluirÉ, voltei. E as férias renderam sim. Mais postagens castrenses estão por vir.
Beijo